Médico do Inter reduziu possibilidades dos argentinos atuarem juntos na penúltima partida da fase de grupos da Libertadores, na semana que vem
Apesar da esperança do Inter e da torcida em ver novamente D'Alessandro e Guiñazu totalmente recuperados para entrarem em campo na partida da próxima semana contra o Santos, no Beira-Rio, as chances são remotas. Ao menos por enquanto. Foi o que afirmou o médico Luiz Crescente, em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quarta-feira.
Sobre Guiñazu, Crescente disse que as dores ainda incomodam o volante, já que estão concentradas no joelho esquerdo, mesmo local de outra lesão sofrida anteriormente pelo jogador. Por isso, a recuperação é mais demorada e deve ser mais cuidadosa para não correr o risco de perder novamente o atleta.
- O Guiñazu sente dores no mesmo local de uma outra lesão sofrida por ele. Isso nos preocupa para o jogo contra o Santos. Ainda não podemos estipular um prazo, mas temos esperança que ele se recupere em tempo para o jogo - afirmou Crescente.
O D'Alessandro estava totalmente recuperado e quase no final do treino de ontem sentiu uma fisgada. Fizemos uma nova avaliação e ele apresentou um pequeno edema, mas que também nos deixa preocupado para o jogo da Libertadores. Ainda não temos certeza sobre participação dos dois - explicou.Outro caso que atormenta o Departamento Médico do Inter envolve D'Alessandro. O craque colorado sentiu uma fisgada e teve de deixar o treino de terça-feira. Segundo Luiz Crescente, somente o acompanhamento diário vai definir se o argentino terá condições de jogo na semana que vem.
Mas como a esperança é a última que morre, Guiñazu e D'Alessandro trabalham forte na recuperação para que o retorno aos gramados aconteça o mais rápido possível. A partida contra o Santos, na próxima quarta-feira, é decisiva para o Inter. Se ganhar, a equipe viaja mais tranquila para o Perú, onde encara o Juan Aurich no último jogo da fase de grupos da Libertadores.
- Tomara que dê para este jogo ou até antes. Mas o importante é voltar sem dor. Estamos no caminho certo, trabalhando dois períodos por dia. Ficar no Departamento Médico não é fácil. Tomara que corra tudo bem e possamos ficar à disposição o quanto antes – afirmou Guiñazu.
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